Tribuna do Planalto

Desde 1986 Fundador e Diretor-Presidente Sebastião Barbosa da Silva tribunadoplanalto.com.br
Ano 26 - Nº1.315 Goiânia, 19 A 25 de fevereiro de 2012
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Aparecida na Ponta do Lápis 2011

A hora e a vez dos campeões

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A primeira edição do concurso de redação Aparecida na Ponta do Lápis deu a mostra de como a Secretaria Muni­cipal de Edu­ca­­­ção (SME) percebe a importância da leitura no processo ensi­no/­apren­dizagem. Por isso é que os alunos e professores vencedores foram homenageados e estiveram no mais alto pódio.
E o resultado foi gratificante não só para os campeões, mas para os 293 alunos que produziram os seus textos e também para as 13 escolas que a­pro­veitaram o debate do tema Apare­cida Sem Drogas: A Respon­sa­bilidade é de Todos Nós! para aproximar as famílias, num diálogo que tem o objetivo de buscar alternativas dentro e fora do ambiente escolar para o problema da dependência química.
Presente à entrega de prêmios na quarta-feira, 14, no auditório do Sesi, o secretário municipal de Educação, Domingos Pereira, descreveu a parceria entre a Tribuna e a Prefeitura Municipal, por meio da SME, na realização do concurso de redação, como de grande sucesso.
Segundo o secretário, sendo a Edu­cação prioridade na gestão do prefeito Maguito Vilela, o concurso é visto como aliado do ensino. “Quanto mais estimulamos o aprender e o fazer dos alunos, mais obtemos respostas positivas para o conhecimento de nossos estudantes.”
E a festa foi de encher os olhos, com apresentações culturais que encantaram o público que compareceu ao evento. A banda da Escola Municipal Raimundo Coelho da Silva, sob a regência do maestro Francinaldo, executou os hinos Nacional e de Aparecida.
Os alunos da Escola Municipal de Educação Integral Monteiro Lobato interpretaram Maculelê, sob a coordenação do professor Wagner. A dança de capoeira foi um show à parte.
No momento da entrega de prêmios, alunos, professores e familiares torceram, vibraram e comemoraram a vitória de todos os classificados no concurso.

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"Ao estimular a leitura e escrita, o concurso traz uma motivação especial aos nossos alunos, além de provocar debates de extrema importância não só para a escola, mas à comunidade em geral. E o tema desta primeira edição veio de encontro com a grande preocupação da administração do prefeito Maguito Vilela com a dependência química e a violência no município. Tenho certeza que o concurso cumpriu o seu papel de envolver as escolas na discussão deste tema.”

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"O concurso Aparecida na Ponta do Lápis é um projeto relevante para a Educação, principalmente porque ele é um agente estimulador do hábito da leitura, fator importante quando se pensa em educação de qualidade. Acredito que as parcerias, neste sentido, sempre vêm para reforçar a Educação. E esta com a Tribuna, em especial, nos traz a certeza de que os alunos terão a oportunidade, de fato, de obter um maior sucesso na vida escolar.”

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"Falar sobre o tema foi importante porque a escola fica numa região propensa ao tráfico de drogas. Muitos alunos da escola são, inclusive, usuários. Essa pesquisa coincidiu com a morte da cantora Amy Whinehouse, vítima das drogas, e isso motivou ainda mais. A parceria com o jornal incentiva os estudantes a escrever. Além disso, existem bons alunos na escola que, a partir do próximo ano, vão querer participar porque viram seus colegas sendo premiados."

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"Eu já havia participado de outro concurso da Tribuna, o Goiás na Ponta do Lápis, mas não tive alunos selecionados na final. Achei o tema importante porque muitos alunos vivem essa realidade no dia a dia deles, dentro de casa, na escola ou na vizinhança. Foi fácil abordar isso. A iniciativa do jornal é fundamental para a melhoria da qualidade do ensino público, pois estimula os alunos a produzir seus textos.”

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"Por lecionar todas as disciplinas para turma da EJA, tive maior facilidade em trabalhar o tema, o qual foi de suma importância, já que esse problema tem a ver com a realidade dos alunos, em especial os do período noturno. Durante a produção de textos, pedi que relatassem experiencias de vida ou histórias conhecidas que envolvessem a família, amigos, vizinhos. Os resultados foram excelentes.”

 

As drogas: o mal do século

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As drogas são substâncias muito fortes que causam dependência química que pode até levar à morte. Dependência é o uso com abuso e continuidade que gera dependência química, tornando uma doença incurável, progressiva e fatal.
As drogas ilícitas mais consumidas são a maconha, a cocaína, o crack, a merla, o ecstasy, o oxi, entre outras. Mas também temos as drogas lícitas como o café, os medicamentos, alguns refrigerantes, como a coca-cola, o cigarro, a cerveja e outros.
Quando as drogas são ingeridas, as pessoas vão tendo alucinações. No primeiro momento, elas se sentem leves, como se estivessem flutuando nas nuvens, mas depois é que as consequências vêm, como a dependência e a overdose.
Por isso, te dou um conselho: não use, nem por curiosidade, nem por influências, porque drogas não prestam. Diga não às drogas!

 


 

A minha professora me incentivou a produzir o texto e agora estou com mais vontade de escrever, porque a leitura nos traz conhecimento. Além disso, o tema, por ser de grande interesse de todos, possibilitou o diálogo na escola e na minha família. Adorei participar do concurso!


Categoria A – Primeiro lugar

Aluna: Raiana Mendes dos Santos
Escola Municipal Raimundo Coelho dos Santos
Professora: Eliange Martins da Silva

 

Aparecida sem drogas: A responsabilidade é de todos nós!

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O problema das drogas e envolvimento dos adolescentes com as mesmas é muito comum em Aparecida de Goi­ânia, e a responsabilidade em relação ao assunto é de todos.
Sempre os pais se perguntam: com quem encontrou, quem ofereceu? O que é que eu fiz? E a pergunta não se cala.
A maioria das pessoas já conhece as variedades de drogas, como maconha, crack e o oxi. A mais comum e de maior consumo atualmente é o crack, por ser mais acessível.
Podemos dizer que quando uma criança presencia uma pessoa consumindo uma dessas drogas, isso pode influenciá-la a consumir, despertando a curiosidade e o interesse.
Em todos os lugares e em Aparecida de Goiânia, segundo dados divulgados na quarta-feira, 1 º, pelo 2 º Comando Regional da Polícia Militar,  os jovens foram as principais vítimas de homicídios durante o mês de agosto em Aparecida de Goiânia.
De acordo com a PM, o número de pessoas assassinadas com idade entre 15 e 26 anos representa 32% do total de homicídios registrados. Outros 28% tinham idade entre 27 e 35. Ainda de acordo com o dados, 33% das vítimas tinham envolvimento com o tráfico ou uso de drogas.
Assim, o dever dos pais é orientar e formar um amor familiar para que diminua as chances de um adolescente entrar no mundo das drogas, mas todos nós temos de ser responsáveis.


 

Gostei de participar do concurso e de falar sobre o assunto, que trata de um problema sério hoje entre os jovens. Para produzir a minha redação, pesquisei e li vários textos na internet. Também discuti o tema com a minha professora. Aprendi muitas coisas que não sabia.”


Categoria A – Segundo lugar

Aluna: Leylane Silva de Sousa
Escola Municipal Satélite São Luiz
Professora: Andréia Nelo Pereira

 

Droga não traz felicidade

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Nesta redação iremos falar sobre um assunto que é muito comum nos dias de hoje: as drogas.
Hoje em dia há muitas pessoas no mundo que usam drogas. A grande maioria dessas pessoas usa drogas porque acha que fazendo uso delas os seus problemas irão acabar.
Existem muitos tipos de drogas, e algumas delas, mais comuns, são a cocaína, maconha, crack, oxi, etc. Hoje iremos falar um pouquinho sobre elas e o que elas causam.
Cocaína: a cocaína traz malformação nos membros da criança quando quem usa está grávida, e mostra o efeito também nos cabelos depois de muito tempo de uso. Maconha: a maconha traz solidão mais vontade de usar, o que resulta em depressão. O crack, quando a pessoa usa muito, o cérebro vai se acabando e se a pessoa não usa ela sente dores. Oxi é uma droga muito perigosa, pois é a mistura de maconha com crack.
Para resolvermos esse problema, a solução é nunca experimentar qualquer tipo de droga e ajudar as pessoas que usam a se livrar desse vício.


Foi bom participar do concurso porque me esforcei para pesquisar e escrever sobre o tema, que hoje está sendo muito debatido, principalmente em Aparecida, porque o problema aqui é enorme. Quanto mais a gente fica sabendo o mal que as drogas causam, mais nos afastamos delas.”


Categoria A – Terceiro lugar

Aluna: Amanda de Paula Oliveira
Escola Municipal Francisco Rafael Campos
Professor: Frederiko Luz

 

Um não pode mudar uma realidade

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Na vida temos que tomar várias decisões: onde ir e onde não ir; o que vestir e o que não vestir; o que comprar e o que não comprar, mas o mais importante é dizer sim ou não às drogas.
Para decidir o que fazer diante desse assunto, é necessária muita responsabilidade, pois a decisão incorreta pode transformar sua vida.
As drogas são um problema presente em todos os lugares. No nosso município, Aparecida de Goiânia, é comum ver casos de jovens que experimentaram as drogas e se tornaram dependentes delas.
Muitos jovens decidem experimentar as drogas por curiosidade, outros por pressão de amigos, alguns acham até que vão se tornar autoconfiantes, mas não é bem assim que acontece. As drogas apresentam efeitos que prejudicam sua saúde física e mental, e isso pode afetar sua autoestima e sua vida social.
Mas o que fazer para acabar com as drogas no nosso município? A solução para este problema seria implementar projetos em que os jovens se ocupem fazendo algo que eles gostem, algo saudável que os tirem das ruas e, assim, tentar minimizar os casos de jovens usuários. Já que não é possível acabar com as drogas, vamos tentar acabar com o contato que os jovens têm com elas.
Nem você, nem ninguém é obrigado a dizer sim às drogas. Você tem o direito de dizer não e mudar a nossa realidade. Dizer não é a decisão correta a se fazer.
Dê uma chance de vida a si mesmo, não cometa esse suicídio instantâneo. Diga sim à vida!


 

Eu achei o tema interessante porque é uma questão que está presente nas escolas e famílias. Aparecida também está sofrendo com esse mal, com índices altos de violência e morte por causa do tráfico. Quanto mais falarmos do problema, mais podemos ajudar na prevenção.”

 


 

Categoria B – Primeiro lugar

Aluna: Nayara Ribeiro dos Santos
Escola Municipal Eurípedes Menezes
Professora: Leonan Gomes do Carmo

 

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